Existem tratamentos? Se sim, quais?

Sim, existem vários tratamentos para os distúrbios alimentares.

O tratamento para a anorexia:

• Diagnóstico e cuidados médicos – quanto mais cedo melhor;   
• Psicoterapia – individual, familiar e/ou de grupo;   
• Terapia comportamental;   
• Terapia nutricional;   
• Em alguns casos devesse usar anti-depressivos;   
• Participação de grupos de apoio;   
• Se a perda de peso for suficiente para deixar a pessoa com peso 25 % abaixo do limite inferior do peso saudável e/ou está a afectar o funcionamento de órgãos vitais deve haver hospitalização.   

 

 

O tratamento para a obesidade:

 

•Combinação de dieta de baixas calorias, modificação comportamental, e aumento da actividade física.  
•Quando com a modificação do estilo de vida não se consegue atingir os objectivos é necessário o uso de fármacos anti-obesidade.  
•Nos casos de obesidade grave que tenha pelo menos cinco anos de evolução e múltiplos tratamentos médicos ineficazes, a cirurgia pode ser recomendada.  

 

Tratamento para a Bulimia:

•Aconselhamento psicológico e às vezes medicamentos como anti-depressivos.  
•Em alguns casos é necessario permanencia no hospital.  

O aconselhamento profissional pode ajudar a reduzir os episódios de compulsão e irá ajudá-lo a recuperar-se de bulimia. É tratamento de longo prazo que podem exigir semanas ou meses antes de se perceber resultados significativos.

Tratamento para Compulsão Alimentar:

Infelizmente, não há uma cura reconhecida para o transtorno de ingestão compulsiva, mas existe uma variedade de opções de tratamento que podem ser exploradas quando o transtorno é diagnosticado.

 

Tratamento para a Ortorexia:

Como a Ortorexia não é um transtorno alimentar reconhecido, não há um tratamento específico.

•Geralmente, indica-se a combinação de terapia nutricional e psicoterapia para ajudar o paciente a desmistificar os conceitos estabelecidos sobre dieta saudável.  

 

Tratamento para desnutrição alimentar:

O tratamento da desnutrição varia de acordo com a gravidade da doença.

 

•Uma dieta específica, aliada a uma educação (ou reeducação) alimentar.  
•Orientações sobre higiene alimentar e pessoal  
•E a participação familiar e comunitária nesse processo.   

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